De goiabas. Do cheiro da minha mãe e da roupa lavada por ela. De gatos. De acácias. Da água do mar, e da canção das ondas. De abraços apertados. De relógios. De igrejas. Do campo. Das quatro estações do ano. De andar de comboio. De livros. De arroz de tamboril, de peixe grelhado. De nada para fazer. De sestas com a Maria. Do riso dela. Dos beijos do Luís. De mãos bonitas e unhas cuidadas. De fotografias. Da ternura e da bondade. De gente simples. De roupa confortável. De carteiras. De massagens. De gente feliz. De sentido de humor. De manhãs cheias de Sol. De andar descalça. De histórias de vida. Do tom sawyer e da bluey. De velas acesas. Do cheiro a canela. De café. Do silêncio. Da pele hidratada. De queijo e de vinho. Do canto dos pássaros quando amanhece. De fado e de guitarra. Da generosidade. De pão quente. De lençois brancos na cama. Do cheiro da terra quando chove.
(...)
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